Faça-me o favor…

É fato que Armação dos Búzios é rica em belezas naturais e suas praias são belos postais.

Também é verdade que em meio aos que aqui vieram morar, muitos carregam traumas e fraturas em suas personalidades; isso se dá pelos mais diversos motivos.

Percebo uma ponta de inveja e despeito em alguns “personagens” que cresceram muito como curiosos, desse tipo construído hoje na “enciclopédia Google” e que no passado eram os que se moldavam na “Enciclopédia Barsa”; digo isso, porque não sabem nada, apenas falam o que absorvem em suas leituras especificas sobre determinado tema, os quais querem mostrar conhecimento para algum fim que os qualifiquem como se fossem profissionais e técnicos da área, mas não passam de “171” da atualidade tecnológica, ou como corriqueiramente nós os apontamos – “curiosos”.

Sou editor e redator do Jornal ênfase fundado por mim no ano de 1986 em Niterói, e editado em Armação dos Búzios desde outubro de 2001, o qual no ano de 2004 passou a ser a Revista ênfase. Edito, diagramo e trato as fotos e imagens em Photoshop, e isso desde a época do papel fotográfico. Hoje tenho mais de 30 anos exercendo e acumulando experiência dia a dia.

Todo o exemplar do jornal e da revista tenho em arquivo tal quais os cartórios guardam seus documentos, encadernados do mesmo modo, o que me dá o conforto de buscar qualquer matéria para pesquisa, e também serve para comprovar a qualidade dos veículos em suas edições.

Tenho ao longo dos anos colecionado elogios, e graças a Deus, sou muito bem recebido no estado do Rio de Janeiro em qualquer atmosfera ligada ao jornalismo. O Jornal ênfase e a Revista ênfase foram ao longo dos anos credenciados a estar nas edições do Fashion Rio, no Copacabana Palace, em Consulados e Embaixadas e etc. A Revista ênfase no ano de 2011 e 2012 foi o veículo oficial do workshop o “Rio é de vocês…”.

Tenho uma grande honra de ter sido o único editor e jornalista convidado pelo então juiz da Comarca de Armação dos Búzios Dr. João Carlos de Souza Corrêa a estar em seu aniversário no Edifício Chopin em Copacabana, quando o mesmo era casado com Alice Tamborindeguy o que abrilhantou ainda mais o convite. Não posso deixar de registrar o carinho e atenção que ambos me dedicaram o tempo todo, inclusive a atenção do Dr. João em me apresentar a todos os seus convidados, um a um, maridos e esposas, sendo seus convidados; – juízes, promotores e desembargadores.

Dr. João Carlos de Souza Corrêa e Elízio Figueiredo

Ter Nelbe Chateaubriand como colunista desde 2004 em todas as edições é outro momento de grande honra. Nelbe é nora do lendário Assis Chateaubriand e durante anos escreveu para o Jornal do Commércio, um dos mais importantes jornais do Brasil. Em um dos seus aniversários, me honrou com um carinho e atenção, me apresentando a seus ilustres convidados.

Elízio Figueiredo e Nelbe Chateaubriand no Copacabana Palace

Na Europa, o Príncipe Russo Alessandro Wassilieff de Ofrosimoff, me honra com elogios onde quer que vá, como na Suíça, Itália, França, Rússia e Portugal. Nessas localidades, não cessa seus elogios a minha pessoa como jornalista; é dele a frase que me chega: “- Tenho um grande respeito e admiração pelo Sr. Elízio Figueiredo, quem considero um excelente jornalista…”, frase essa que repete por onde esteja nesses países da Europa.

Elízio Figueiredo e o Príncipe Russo Alessandro Wassilieff de Ofrosimoff

Outro registro que guardo com muita honra e a que mais me deixa lisonjeado, é um breve e complexo reconhecimento do jornalista Gilberto Amaral do então Jornal do Brasil no ano de 2006.

Marina Carvalho, Rodrigo Maia e o jornalista Gilberto Amaral

Quem me conhece sabe que tenho uma vida modesta e voltada a minha família e casa, frequento os locais que sou convidado, e que me agrada; não busco nada a mais que o reconhecimento pelo meu trabalho que é sempre realizado com respeito aos meus leitores e clientes; mas as vezes sou surpreendidos por “personagens” que se sentem e se acham portadores de algum tipo de valor a expressar uma opinião negativa e maldosa ao meu trabalho,  opinião repleta de inveja e despeito, porque são esses “personagens” pobres de conhecimento técnico, e sem formação acadêmica alguma, muitos quase analfabetos e sem nenhum resquício de simplicidade, que deveria estar intrínseca em seu berço natal. São portadores do “achismo”, acham que sabem de tudo e que são peritos em tudo; e sem nenhum receio, enchem a boca para deixar frases em meio às pessoas: “- Eu acho…, e, – É minha opinião…”. Deveriam se envergonhar de tais criticas pejorativas; e não custaria nada se enquadrarem dentro de sua incapacidade de ser; pois pior que ser um “nada em sua história” é deixar aflorar a soberba e a falta de humildade; humildade essa que já vem registrada no nascimento, mas negada em suas movimentações diárias.

É triste, mas em meus dias de vida, alguns que me criticaram maldosamente desapareceram sucumbidos pelo mal que transpiraram e outros, ainda vejo rolando no rio da vida sem criar limo.

Para dar fim a esse artigo que deixo como mais um registro para as gerações futuras; quem tem uma bagagem de mais de 30 anos de exercício profissional e acumulando elogios e reconhecimento de ilustres pessoas da área de imprensa, na Alta Sociedade, no Poder Judiciário e no Exterior, só posso me expressar repetindo a frase do titulo e subtítulo dessa matéria; “Opinião de quem? Faça-me o favor…”

PB Papelaria

 

 

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