Terroristas e asssassinos não serão heróis para os brasileiros

Posso começar esse texto com a descrição própria do grupo terrorista brasileiro ALN – Ação Libertadora Nacional, que declarava: Todos nós somos guerrilheiros, terroristas e assaltantes e não homens que dependem de votos de outros revolucionários ou de quem quer que seja para se desempenharem do dever de fazer a revolução. O centralismo democrático não se aplica a Organizações revolucionárias como a nossa.

Ora, na Europa como em todos os países adiantados e evoluídos detestam o terrorismo, o Mundo combate o terrorismo, mas parece que no BRASIL, o povo é cego ou tão inocente que podem ser confundidos como OTÁRIOS.

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Preparado pela esquerda era terrorismo e professor. Fundador do ALN.

Segundo pesquisadores e militantes de esquerda, como Nilmário Miranda e Carlos Tibúrcio (ambos ex-guerrilheiros), a ALN tinha a proposta de uma ação objetiva e imediata de aniquilamento do Regime Militar de Governo, defendendo a luta armada, a guerrilha e a guerra popular como instrumentos de ação política, para consolidar o Comunismo em todo o território Nacional Brasileiro.

O grupo terrorista ALN – Ação Libertadora Nacional no fim de 1967, com a saída de Carlos Marighella do Partido Comunista Brasileiro, após sua participação na conferência da Organização Latino-Americana de Solidariedade (OLAS) em Havana, capital de Cuba.

Marighella, é um filme que busca transformar um terrorista em herói. Carlos Marighella (filho de um operário branco italiano e de uma negra baiana), foi um dos líderes do terrorismo no Brasil que criaram a luta armada contra o Regime Militar de Governo no Brasil, regime esse que combatia desde 1964 a tentativa comunista de tomar o Brasil.

Carlos Marighella, comunista e militante de esquerda foi preparado e formado em professor para difundir o idealismo marxista em meio aos jovens brasileiros e assim, construir “soldados” para o que chamavam de “Luta Armada”, na realidade eram terroristas que tinham em explosões de bombas e assassinatos de civis, a bandeira contra a Ordem e o Progresso. Ele foi autor do “Manual do Guerrilheiro Urbano” foi fundador da Ação Libertadora Nacional – ALN, primeiro movimento armado pós-64.

Ato Terrorista com bomba no Aeroporto dos Guararapes – Foi a explosão de uma bomba que ocorreu no saguão do Aeroporto Internacional do Recife no dia 25 de julho de 1966, levando duas (02) pessoas a morte e outras 14 pessoas a ferimentos graves. O alvo principal do atentado era o general Arthur da Costa e Silva, então ministro do Exér­cito e candidato à sucessão presidencial. Ainda no mesmo dia, os terroristas explodiram outras bombas sem causar vítimas, atingindo a sede da União Estadual dos Estudantes (UEE) e a do Serviço de Informação dos Estados Unidos (USIS). Costa e Silva era esperado no Recife para realização de sua campanha no prédio da SUDENE nesse dia. A bomba explodiu depois que o guarda-civil Sebastião Thomaz de Aquino, ao perceber uma mala abandonada no saguão do Aeroporto dos Guararapes, resolveu retirá-la de lá para entregar no balcão do Departamento de Aviação Civil (DAC), quando a bomba dentro da maleta explodiu.
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A Bomba explodiu no saguão do Aeroporto Internacional do Recife no dia 25 de julho de 1966

 

Astúcia da Esquerda Comunista – ainda hoje, tem suas inúmeras maneiras de agir, e uma delas é com o filme MARIGHELLA  de Wagner Moura, ator de ideologia de esquerda no Brasil, pretende mostrar uma vida romantizada do cruel terrorista brasileiro Carlos Marighella no período de 1964 a 1969 quando acabou morto em confronto com policiais. O personagem será vivido estrategicamente pelo ator Seu Jorge, pois a esquerda astuta vê que colocando um ator negro no papel do terrorista, toda e qualquer critica poderá ser inibida e vista como racismo. A estratégia é pensada e programada para que a imagem de Seu Jorge traga simpatia e semelhança com os afros descendentes. O elenco conta ainda com os atores Bruno Gagliasso e Adriana Esteves.

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O jornalista Cid Benjamin, militante na luta armada e participante do sequestro do embaixador dos EUA; se trancou em São Paulo com a equipe do filme de Wagner Moura sobre Carlos Marighella. Cid Benjamim falou sobre a vida na clandestinidade e até mesmo simulou uma cena de tortura.

A esquerda no Brasil, mesmo em 2019, entende que existem muitos brasileiros que por desconhecer a verdade da história no Brasil, e por sua pobreza, é fácil de ser enganado; porque acredita facilmente na mentira e entende que sempre será sua vez de se dar bem, que é esperto e poderá alcançar muito sem esforço. Sendo assim, pretendem com esse filme “fazer a cabeça” de muitos do povo.

O filme parece que foi idealizado em meados de 2016 e em 2017 foi agraciado pelo Governo PT através da Lei Rouanet, que ganhou aval para captar mais de 10 Milhões de Reais através de edital do Ministério da Cultura.

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O terrorista e assassino Marighella e o ator e diretor do filme Wagner Moura também de ideologia de esquerda.

A empresa produtora é a O2 Filmes e terá o ator Wagner Moura na direção e será baseada no livro Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou O Mundo, do jornalista Mário Magalhães. o Governo do estado da Bahia aprovou completamente o filme, afinal Carlos Marighella era baiano.

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