É evidente no mínimo a parceria não confesa.

O hacker Walter Delgatti Neto, depois de preso, confessou ter hackeado o ministro da Justiça, Sérgio Moro; o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava-Jato no Paraná; o deputado Kim Kataguiri, entre outros.

Isso é claramente um crime. Vamos analisar, para que ou quem os kacker exercem tais ações? Logicamente para vender informações a quem têm interesses as mesmas. Quando não as vendem, é porque suas ações são funcionais, e não existe no caso a ação de troca de pagamento.

O hacker Walter Delgatti Neto, contou que repassou os diálogos interceptados para o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil. E por que não cobrou pelo serviço de hacker? Porque era empregado e? Ou contratado do jornalista Glenn Greenwald?

Glenn Greenwald recebe material de um crime e usa a bel prazer tentando destruir a integridade de pessoas como, um Ministro e o presidente da República do Brasil… Isso é crime ou jornalismo?

O hacker Walter Delgatti Neto, disse em depoimento que invadiu o celular da ex-candidata a vice-presidente na chapa de Fernando Haddad (PT-SP) Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) para que ela lhe passa-se o contato do jornalista Glenn Greenwald?

Manuela D’Ávila assume que ajudou ao hacker em lhe atender em sua solicitação. Agora imaginem se ajudar a um criminoso em sua ação criminosa, é crime?

Ora, convenhamos se o hacker invadiu o celular da Manuela D’Ávila e isso ela mesma confirma; ele, o hacker Walter Delgatti Neto não precisaria ligar para ela, uma vez que na invasão ao celular, ele já dispunha do contato do  jornalista Glenn Greenwald, que estava na agenda do celular dela. É impressão  ou essas afirmações detectam um caminho à possível organização criminosa estabelecida?

A verdade é que os fatos, os indícios podem levar a condição de réu os jornalistas Manuela D’Ávila e Glenn Greenwald, e os hackers já presos por invasão de celulares em Crime Contra a Segurança Nacional.

Pelos depoimentos de ambos – Glenn Greenwald e Manuela D’Ávila – fica claro a ação de militância criminosa na parceria com o hacker Walter Delgatti Neto nas ações contra a Segurança Nacional. Até que ponto, não se sabe.

Crime Contra a Segurança Nacional

A Lei de Segurança Nacional – LSN foi promulgada durante o Regime Militar de Governo, pelo presidente João Figueiredo. Embora o Código Penal seja apontado como o mais adequado para a maioria dos crimes, a Lei de Segurança ainda está em vigor e pode ser utilizada, mas, como está claro em seu primeiro artigo, apenas no caso de crimes que “lesam ou expõem a perigo de lesão: a integridade territorial e a soberania nacional; o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito; a pessoa dos chefes dos Poderes da União.”

A Polícia Federal

A Polícia Federal suspeita que além do hacker Walter Delgatti Neto, dos outros três presos na Operação Spoofing, outras seis pessoas estão envolvidas nos ataques que utilizam o meio cibernético para serem colocados em prática.
Walter tem pelo menos 20 acusações contra ele em instituições policiais e na Justiça. Na maioria delas, ele é acusado pelo crime de estelionato. Na lista de vítimas estão bancos, homens, mulheres, advogados, empresários e o governo.
Quando foi preso pela PF, ele estava sendo procurado por uma acusação de envolvimento com o uso e venda de drogas, além de falsificação de documento público.
.PB Papelaria

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