Queima de Arquivo?

A perícia do Estado da Bahia diz não ser possível afirmar se Adriano Nóbrega foi torturado e assassinado. Todavia foram 7 (sete) costelas quebradas, coronhada na cabeça, queimadura com ferro quente no peito, 2 (dois) tiros à queima roupa (um na garganta de baixo para cima e outro no tórax, que perfurou coração e pulmões) e as costas com inúmeras marcas que evidenciam forte tortura.

Segundo o Senador da República Flavio Bolsonaro não há duvidas de que Adriano foi torturado e assassinado, como queima de arquivo. A imprensa militante (escrita/televisionada) tentou colocar na conta da Família Bolsonaro a morte do ex-capitão do Bope.

Uma semana antes do assassinato, a esposa de Adriano Nóbrega foi a imprensa denunciar que seu marido poderia ser morto para silenciar fatos. “O caso é muito sério e tem que ser investigado até as ultimas consequências” afirma o Senador da República Flávio Bolsonaro.

O advogado Paulo Emílio Catta Preta, responsável pela defesa do ex-capitão do Bope Adriano Nóbrega, afirmou que recebeu uma ligação dele na terça-feira (04/02/2020), e que na conversa, diz ter tentado fazer com que seu cliente se entregasse, mas Adriano Nóbrega não concordou , temendo ser assassinado caso isso acontecesse.

Para advogado de Adriano Nóbrega, seu cliente pode ter morrido como ‘queima de arquivo: “Ele me disse assim:  ‘…doutor, ninguém está aqui para me prender, eles querem me matar, se me prenderem, vão me matar na prisão; tenho certeza que vão me matar por queima de arquivo’; palavras dele”, relatou o advogado.

Corpo do ex-capitão do Bope Adriano Nóbrega, com marcas claras de tortura.

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