Acreditamos que de dezembro não passa…

1º ATO

No dia 30 de abril, acatando um pedido da esquerda assinado pelo PDT, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por liminar a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal. Essa atitude agrediu diretamente o Chefe do Executivo, a quem é de direito nomear ou não quem  queira. O Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, que esteve por pouco a não recuar e enfrentar a intromissão do STF no Poder Executivo, manteve-se a  espera de um momento futuro.

“Eu não engoli ainda essa decisão do senhor Alexandre de Moraes. Não engoli. Não é essa a forma de tratar um chefe do Executivo, que não tem uma acusação de corrupção e faz tudo possível pelo seu País”, declarou o Presidente Bolsonaro.

2º ATO

O ministro do STF Celso de Mello tomou a decisão que a maior parte do vídeo fosse divulgada, à exceção de poucas passagens que têm referência a determinados estados estrangeiros.

Políticos de partidos de esquerda e a defesa de Sérgio Moro haviam pedido que a gravação fosse tornada pública. O procurador-geral da República, Augusto Aras, e a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestaram contra o pedido da defesa de Sérgio Moro. Segundo a PGR e a AGU a divulgação deveria ser apenas das declarações do presidente Jair Bolsonaro relacionadas ao ex-ministro Moro, que são objeto do inquérito.

O vídeo de gravações das reuniões é de iniciativa do presidente para que após as mesmas, ele possa ver alguns detalhes que possam ter passado desapercebidos. Essas gravações são destruídas posteriormente, dias após, como é de praxe. A defesa de Moro fazia alusões de interferência do presidente Bolsonaro no vídeo; o que foi completamente negado pelas imagens do vídeo da reunião. Se pensaram derrubar o presidente, o tiro saiu pela culatra, pois nada contra o presidente foi visto.

Essa ação do Celso de Mello – STF contra o chefe do Poder Executivo Jair Messias Bolsonaro foi outra agravante que comprova a intromissão e a ação constante dos ministros indicados por presidentes de esquerda, contra o atual presidente da República declaradamente de Direita.

3º ATO

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou três notícias-crimes à Procuradoria-Geral da República (PGR). Os pedidos foram apresentados por partidos e parlamentares de esquerda que têm como alvo o presidente Jair Bolsonaro. Entre as medidas solicitadas, estão o depoimento de Bolsonaro e a busca e apreensão do celular dele e do seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro para perícia.

As notícias-crimes pedem desdobramentos na investigação sobre a suposta interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, que teria causado as mudanças no comando da corporação nas últimas semanas.

O pedido de apreensão dos celulares do Presidente da república Jair Bolsonaro e de seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro, foi feito pelos partidos de esquerda PDT, PSB e PV, em notícia-crime enviada ao STF e acatada pelo ministro do STF Celso de Mello à Procuradoria-Geral da República para avaliação.

O Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, agora tomou uma posição mais enérgica, e de Chefe de Estado, em uma entrevista em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou: “Me desculpe senhor ministro, Celso de Mello, retire o seu pedido, porque meu telefone não lhe será entregue. O que parece que o senhor quer com isso? É que fique cozinhando agora lá a entrega do meu telefone; então entenda, ninguém vai pegar o meu telefone”.

Em continuidade o general e Ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, mandou um duro recado ao Supremo Tribunal Federal, ao afirmar que “o pedido de apreensão do celular do presidente da República é inconcebível e, até certo ponto, inacreditável”. Segundo o ministro Augusto Heleno, se a medida for concretizada, poderá haver “consequências imprevisíveis” para a estabilidade nacional.

 

Momento D

O aviso já foi dado, agora é esperar pelo momento onde todos os corruptos responderão por seus crimes diante de um Superior Tribunal Militar. Esperamos que todos que praticam o crime contra a Pátria, sejam presos e respondam por seus crimes. Todos esses “vagabundos” conforme disse o Ministro da Educação Abraham Weintraub.

 

 

 

 

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