Revista ênfase de Búzios

TURISMO EM ANALISE…

As ações ligadas ao Turismo são diversas e infinitas. É verdade que a formação técnica ou acadêmica é importante, todavia não fundamental; e isso é fácil de explicar: Muitas vezes médicos são excelentes especialistas em suas áreas, mas não são capacitados para a gestão administrativa de uma unidade de saúde; e por aí vai…
TURISMO é um universo além de diversão e férias e/ou a retórica de Divulgação e Promoção; o que percebemos ao longo dos anos é que foram criadas “lendas” dignificando pessoas com capacidade “política” como agentes de turismo, e o resultado é percebido pelo completo despreparo das ações turísticas em um complexo que o necessita.

TURISMO vai além de um “gestor público”, é uma necessidade de fomentar retorno as aplicações de pessoas que comercializam suas energias e trabalho neste setor; entregar os caminhos desse mercado financeiro a um gestor político é acumular carências e atrasos nas aplicações de investidores. O Turismo no Brasil é atrasado devido as diretrizes terem sido ao longo dos anos entregues a “belos discursos” muitas vezes proferidos em vários idiomas, mas voltado significantemente a conquistas de votos populares ou de nichos empresariais, que resultam e resultaram no que assistimos nos dias atuais.

TURISMO quando bem gerido e aplicado é percebido pela riqueza do seu universo a volta; numa cidade turística, aonde seus moradores e comerciantes passam por sérias dificuldades, fica evidente o erro de gestão ao LONGO dos anos; percebemos o “engodo” aplicado no setor ou setores com os fins angariados por uma minoria, fortalecendo o empobrecimento da cidade. No Brasil temos o TURISMO aplicado de forma correta em poucas cidades, e esse resultado é visto por todos, como exemplo as cidades de Campos do Jordão e Gramado.

Posso ainda afirmar que quando o maior empregador numa cidade turística é o Poder Público, o setor do turismo é extremamente carente de um gestor capacitado para apresentar soluções e que ao longo dos anos, todos que por ali passaram, foram apenas políticos ou empregados do setor político, sem nenhuma capacidade positiva dada aqueles que são reconhecidos como bons GESTORES do TURISMO.

TURISMO no Rio de Janeiro deve e tem que ser revisto e ser percebido, para que a cidade possa ter um grande lucro com esse setor; pois pela diversidade do clima e da geografia do Estado, o Turismo é uma fonte de grande riqueza; mas enquanto o turismo for administrado como um TRAMPOLIM POLÍTICO ou como BOTES SALVA VIDAS, o quadro que continuaremos a observar é o atual.

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