As Forças Armadas sempre foram instrumento da vontade popular

No dia 02 de abril de 1964 o Congresso Nacional caçou o então presidente da República João Goulart, que havia deixado o Brasil em um avião rumo ao Uruguay.

É bom entender que o Brasil vivia algo semelhante a atualidade, guardando se as devidas diferenças em termos de densidade demográfica e tecnologia que não existia. O Brasil e toda a imprensa pedia a Intervenção Militar, com exceção ao Jornal Ultima Hora, considerado o “Chapa Branca do Presidente”.  As mulheres clamavam pelo restabelecimento da ordem e segurança, os empresários não queriam ter seu patrimônio estatizado pelo golpe comunista que se avizinhava, a Igreja Católica rezava por uma Intervenção dos Militares, a OAB e a ABI eram as mais exaltadas em prol dos militares…

Dia  09 de abril de 1964 o Congresso Nacional elegeu o general Castelo Branco ao cargo de Presidente da República, e o general Castelo Branco só tomou posse dia 15 de abril de 1964. Existia sim, na época uma atmosfera comunista querendo tomar o poder e implantar a Ditadura do Proletariado. Até o dia do General Castelo Branco assumir a presidência da República, o presidente do Congresso considerou o cargo vago e declarou como presidente da República o então presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli. É bom deixar registrado que o General Castelo Branco quando eleito contou com o voto de Ulisses Guimarães.

Implantado o Regime Militar de Governo podemos afirmar com dados reais por exemplo, que o Brasil passou de 49º para a 8º Economia do Mundo. Isso levando em conta as duas grandes crises mundiais do petróleo. No governo do presidente general Emílio Garrastazu Médici foram construídas 15 hidrelétricas e nos governos dos generais Ernestro Geisel e João Baptista Figueiredo foram construídas Itaipu e a Usina de Angra dos Reis.

Foram vinte anos de plenitude, com emprego para todos, segurança, e educação de excelente qualidade também para todos. É bom ressaltar que os professores eram respeitados dentro e fora das escolas. Também podemos dizer que a corrupção não existia.

 

Desmentindo o termo Ditadura no Brasil

É muito simples desmentir o termo ditadura, é só usar a lógica; que de 4 em 4 anos havia uma eleição e mudança na presidência, mesmo sendo dentro das Forças Armadas, isso demonstra claramente o inaceitável argumento de uma ditadura. Ditadura é quando um mesmo líder se mantem no poder por anos sendo assim o ditador.

Os presidentes do Brasil na época da época do Regime Militar de Governo;
  • General Castelo Branco. Mandato.
  • Marechal Arthur da Costa e Silva. Mandato.
  • General Emílio Garrastazu Médici.
  • General Ernesto Geisel.
  • General João Baptista Figueiredo.

Gen. Castelo Branco, Marechal Costa e Silva, Gen Medidi, Gen Geisel e Gen Figueiredo

Nenhum dos presidentes militares se manteve no poder e, muito menos, nem eles nem seus familiares ficaram ricos. Pelo contrário, alguns terminaram a vida com patrimônio inferior ao antes de dirigirem o país. A prioridade era o desenvolvimento da nação. Foi a época de maior crescimento do país nos mais variados setores.

Início da Luta Armada 

Um dos mais terríveis grupos terroristas foi o intitulado Ação Popular Maxista Leninista do Brasil. Em 1966, o grupo terrorista denominado “Ação Popular” realiza seu atentado a bomba no Aeroporto de Guararapes , em Recife, ato considerado como o início da luta armada, vitimando civis que ficaram feridos e muitos mortos.

A Ação Popular Maxista Leninista do Brasil, desde os anos de 1960, controlava 65% dos diretórios acadêmicos. Sempre entenderam que os melhores a serem manipulados para a formação de um exercito militante eram os jovens, principalmente os acadêmicos. A partir de 1961, elegeram, sucessivamente, Aldo Arantes, Vinícius Caldeira Brandt e José Serra para presidentes da UNE, apoiada pelo PORT e pelo PCB. A meta era de reparar a juventude para a “Revolução Comunista Brasileira”.

Os treinamentos dos guerrilheiros do Brasil se deram em Cuba, financiados pelo governo comunista da Correia do Norte, Albania, Chna e Japão. Consideradas as teses da “solidariedade revolucionária latino-americana” e mais o que apregoavam em termos de princípios da revolução proletária mundial, a APMLB obtinha apoio financeiro de outras origens que não somente a chinesa.

As razões maiores da corrente que apregoava a “Guerra Popular Ativa e Imediata”, ao mesmo tempo em  que a “unificação” com o PC do B, podem ter sido motivadas pelo estágio de preparação para-militar desenvolvida pelo PC do B.

Esses falso humanistas que, hoje, fingem terem sido “vitimas” da alegada “ditadura militar”, são bandidos desumanos; que assaltaram centenas de bancos, sequestraram, explodiram bombas, assassinaram a sangue frio seus próprios companheiros e, sobretudo mataram centenas de inocentes brasileiros!

Mesmo tendo sido derrotados em 1935, alguns dos militantes comunistas continuavam acalentando o sonho da revolução popular e da tomada do poder pelas classes baixas do Brasil. Segundo alguns dos comunistas, depois da Revolução Russa e da Revolução Chinesa, o Brasil estava destinado a ser o palco da terceira grande revolução socialista do século.

O período de 1960 a 1964 marca o auge do terrorismo no Brasil. Nos primeiros meses de 1964 esboçou-se uma situação pré revolucionária a preparar o golpe da esquerda para a instalação da ditadura do proletariado. Houve chance de vencer, mas foi perdida. O pior é que foi perdida de maneira desmoralizante. Os militares saíram vencedores com o apoio popular dos brasileiros.

Depois das Diretas Já

Com a permissão total e irrestrita de voltar, os terroristas e guerrilheiros comunistas exilados e conhecidos da atualidade executaram o que chamo de “O golpe de estado” como um conta gotas usando a estratégia de Saul Alinsky.

A saber a estratégia de Saul Alinsky foi usada para aparelhar as estruturas de poder colocando tudo, da economia à política passando pela mídia e educação, sob controle do Foro de São Paulo.

Os 5 CRIMES principais do FORO de SÃO PAULO:

  1. Abriga e protege política e juridicamente as organizações terroristas e as quadrilhas de narcotraficantes e sequestradores. Espalha o vício, o sofrimento e a morte por todo o continente. Fez do Brasil o país onde mais cresce o consumo de drogas e a violência no Mundo.
  2. Associa o crime organizado aos partidos políticos transformando-os em parceiros acobertando a criminalidade. Institucionaliza a ilegalidade como rotina “normal” da vida política.
  3. Burla as constituições dos países e viola a soberania com governantes e traficantes interferindo despudoradamente na política interna das nações“sem que ninguém o percebesse”como confessou Lula. Desviam recursos, inclusive para o exterior, sem jamais prestar quaisquer satisfações aos seus respectivos eleitorados: https://www.facebook.com/padillaluiz/videos/10152918329418823/
  4. Ocultou a sua existência e a natureza das suas atividades durante dezesseis anos enquanto fazia e desfazia governos e determinava o destino de nações e povos inteiros sem lhes dar a mínima satisfação ou explicação. Rebaixou toda a política continental à condição de uma negociação secreta com narcotraficantes. Reduziu a democracia a uma fachada enganosa, um engodo.
  5. Desperdício de recursos com despesas em viagens e hospedagens para muitos milhares de pessoas durante vinte e três anos sem jamais informar, seja ao povo brasileiro, nem aos povos das nações vizinhas, a fonte do dinheiro, nem os critérios da sua aplicação. Até hoje não se sabe quanto das despesas foi pago por organizações criminosas, quanto foi desviado dos vários governos, quanto veio de fortunas internacionais ou de outras fontes. Nunca se viu uma nota fiscal, uma ordem de serviço, uma prestação de contas, um simulacro sequer de contabilidade. A coisa tem a transparência de um muro de chumbo.

 

Fontes: Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro e Professor Padilha pesquisador transdisciplinar da UFRGS

http://padilla-luiz.blogspot.com/2014/03/infamias-sobre31-3-1964.html

 

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