Conforto no Milho Importado

Após zerar impostos de importação mais de 500 itens no combate ao covid, zerar o imposto federal do gás de cozinha, diesel (no ano passado), games, diminuir tarifas de importação de medicamentos no combate ao HIV, câncer, produtos ligados à melhoria de vida de deficientes físicos, skate (esporte), maquinários em geral e tantos outros, surge outra boa notícia, desta vez para o setor de produção de proteína.

Fica suspensa a cobrança de PIS e Cofins na importação de milho. A medida vale até 31/12. Governo do Brasil adotou várias iniciativas para minimizar os impactos da quebra de produção do grão – importante insumo da ração animal.

Outras medidas importantes já realizadas: retirada do imposto de importação (8%), a Tarifa Externa Comum (TEC), do milho até o fim deste ano, facilitação para as compras de milho geneticamente modificado cultivado nos Estados Unidos e autorização de leilões públicos de compra ou de remoção de estoque de milho realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento de forma a garantir a regularidade do abastecimento, beneficiando pequenos criadores de animais, inclusive aquicultores.

Safra

Conforme o secretário de Agricultura e Abastecimento do governo do Paraná, Norberto Ortigara, o Brasil é um grande produtor de milho, inclusive com duas safras do produto, o que poucos lugares do mundo têm condição de fazer.

Porém, segundo Ortigara, a segunda safra (safrinha 2021) sofreu problemas no Paraná, assim como em alguns dos principais estados produtores (Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás). “Ela está em risco porque foi instalada tardiamente, em função do atraso da colheita da soja. É uma safra que tem perdas elevadas em decorrência da estiagem.”

Milho importado começou a chegar ao Porto de Paranaguá desde maio deste ano. Foto: Claudio Neves/Porto de Paranaguá/Divulgação

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