O que está em jogo

Nosso presidente eleito tem razão em afirmar que Roraima deveria ser o mais rico do Brasil, mas os entraves institucionais estão congelando temporariamente isto, o que com certeza será modificado pelo novo Governo, evidentemente com o apoio do Congresso Nacional na aprovação da mineração em áreas indígenas, prevista pela Constituição Federal.

Quem transformou quase 50% de Roraima em área indígena foram algumas ONGs estrangeiras, apoiadas por países tais como Noruega, Holanda e Inglaterra,  pela Igreja Católica progressista, pela Associação Brasileira de Antropologia, que domina totalmente a FUNAI, que nada mais é do que uma fundação e não deveria ter todo este poder mantida e apoiada pelo PT e PSDB que promoveram  em todos os seus  (des)governos a homologação de um sem número de terras indígenas, principalmente em Roraima.

As jazidas de petróleo da Venezuela não tem ligação com os potenciais de gás e petróleo em Roraima. Existe uma separação geológica  bem clara  entre as bacias petrolíferas da Venezuela e a bacia do Tacutu que abrange partes de Roraima e da Guyana.  Nesta região a Petrobrás  perfurou, na década de 70, 3 poços na região da Serra do Tucano, município de Bonfim,  tendo achado bons indícios de gás, sendo que a Petrobrás imediatamente e  inexplicavelmente  após esta descoberta retirou as sondas e as enviou para Autazes no Amazonas. A Petrobrás nunca colocou esta área nos lotes de contrato de risco e não sabemos para que ou quem está reservando esta região. Na vizinha Guyana já foi descoberto petróleo e gás pela empresa canadense Homeoil a mais de 20 anos atrás, tendo instalado na localidade de Miritizeiro, a poucos quilômetros de Roraima uma “arvore de natal” equipamento pronto para escoar a produção. Outra empresa a GroundStar está em intensa atividade de prospecção e sondagem na Guyana na área de Lethem junto à nossa fronteira.

Existem grandes indícios da ocorrência de nióbio em Roraima mas nenhuma jazida conhecida , pelo menos oficialmente. A maior reserva de nióbio do Brasil e do mundo está localizada no Estado do Amazonas, no morro dos seis lagos devidamente protegida (ou reservada para algum grupo) por três dispositivos legais : Terra indígena Ianomami, parque nacional do pico da neblina e pela estação ecológica estadual dos seis lagos. Outra jazida em franca exploração (ou espoliação do patrimônio nacional) localiza-se em Araxá MG, dando a somatória das duas áreas o  título do   Brasil   ter em seu território  98% da reservas mundiais do nióbio, que é o mineral mais estratégico no momento para as grandes potências, e vendido a preço de banana para o mercado consumidor com a ajuda de um grande grupo entreguista  dito nacional.

Emmanuel Macron solicita status internacionar à Amazônia

Em 2019, o presidente da França, Emmanuel Macron, levantou a possibilidade de um estatuto internacional para proteger a Amazônia. Isso aconteceria com a OTAN tomando conta da administarção do território por eles denominado Amazônia, e extraindo para eles as riquezas minerais e produtivas da área.

O presidente francês fez da situação na Amazônia uma das prioridades da cúpula do G7, lançando um apelo a “todas as potências” para se mobilizarem contra os incêndios e em favor do reflorestamento, e do projeto de Internacionalizar a imensa e rica área brasileira.

Em outras ocasiões, o presidente brasileiro já havia acusado o líder francês e outros governantes europeus de tentar violar a soberania brasileira com suas declarações sobre a Amazônia.  Sob pressão internacional, o Brasil finalmente entrou em ação no domingo na Amazônia, enviando em particular dois aviões C-130 Hercules.

Quem se colocou contra a todo esse discurso globalista,e  valorizando a soberania brasileira, foi o presidente da Rússia – Putim, que votou e/ou vetou tal ação, e por esse motivo, toda ação perdeu força, mas o presidente francês não desistiu e declarou: “Não é hoje que vamos decidir nada sobre isso, mas é um tema que permanece aberto e continuará a florescer nos próximos meses e anos, porque a questão é tal no plano climático que não podemos dizer ‘este é um problema só meu'”insistiu Emmanuel Macron.

Emmanuel Macron: “Este não é o quadro da iniciativa que estamos tomando, mas é uma questão real que se impõe se um Estado soberano tomar medidas concretas que obviamente se opõem ao interesse de todo o planeta”, disse Mácron. “As conversas entre (Sebastián) Piñera (presidente do Chile) e Bolsonaro não vão nessa direção, acho que ele está ciente desse assunto. Em qualquer caso, quero viver com essa esperança.”

E agora que a Rússia não faz mais parte da ONU, e o Brasil sem o voto e veto do Presidente Russo Putim, podemos nós brasileiros, ficar a espera de uma nova evolução por parte do presidente francês Emmanuel Macron em uma nova investida para tirar do Brasil o território por eles determinado de Amazônia.

 

 

 

 

 

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